Status Quo

Status Quo

Era quase amarelo o contraste da única peça que compunha a sacada com as mãos. O granito, tão branco quanto os dentes de uma criança, era completamente liso – incontáveis horas de polimento pesado com o suor dos empregados. Nada podia estar errado. Uma quimera perfeita. A música não muito alta emplacava um ritmo de valsa, convidando os jovens e os já-não-mais-tão-jovens a participarem; a comida não muito quente nem, tampouco, muito fria; os garçons? Ah… Os garçons… (2). Dois pinguins para cada cinco sujeitos em elegantes suits.  Como se o grupo dos Cinco estivesse lá. Frios.

teste 1

Talvez estivessem.

Eram, todos, aparências. Eram todas as aparências.

Pessoas frias em um mundo consumista. A imagem estática do homem de sucesso (quiçá do homem moderno?).

A futilidade da frivolidade resumida na frivolidade da futilidade. Ou seria o contrário?

É – com certeza. – os Cinco não estavam lá.

teste 2

O branco impecável res erant ante bellum agora sujo. Marcado. Um ponto preto. A única pista – a única prova – de uma crônica de um bituca amassada, sem cerimônia, “petelecada” prédio abaixo.

<insira o texto criativo aqui>

Pasmem, os garçons sobrevivem no final.

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